O Fórum de Proteção ao Meio Ambiente no Estado do Piauí vai realizar nesta quinta-feira (19/08), na cidade de Piripiri, um ciclo de Palestras sobre agrotóxicos, analisando aspectos ligados à comercialização, uso adequado e medidas de saúde e segurança para quem utiliza esses produtos.
O evento ocorrerá na sede da Cooperativa Agropecuária dos Irrigantes do Caldeirão, com a programação que segue:
PROGRAMAÇÃO
830min – Abertura – Francisco Luís Lima, coordenador geral do FEPMAT/PI.
· Sintomas de intoxicação crônica e aguda por agrotóxicos.
9h. – Palestra – Centro de Referência em Saúde do Trabalhador
· Resultados preliminares de exames realizados com trabalhadores expostos a agrotóxicos na área do Açude Caldeirão.
9h30min. – Palestra – Engenheira Agrônoma Eline Almendra – Agência de Defesa Agropecuária do Piauí –ADAPI
· Fiscalização da venda de agrotóxicos.
10h – INTERVALO
10h30min – Palestra – Engenheira Agrônoma Janina Carvalho Gonçalves – Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Superintendência do Piauí.
· Sistemas de produção orgânica e mecanismos de controle da agricultura orgânica.
11h – Palestra – Francisca Gilberta, Diretora de Meio Ambiente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Piauí, e Francisco Soares, do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Piripiri.
· Ações para a política de meio ambiente e agricultura familiar.
11h30min – Debates.
O superaquecimento do consumo, sinalizado pelo crescimento recorde do PIB (Produto Interno Bruto, soma das riquezas produzidas por um país) no primeiro trimestre, já provoca escassez de produtos.
Fabricantes de reboques para transporte rodoviário de carga estão com os pátios cheios de carretas prontas que não podem ser entregues por falta de pneus.
Na Zona Franca de Manaus, as indústrias de televisores e de celulares não conseguem cumprir os prazos de entrega ao varejo por falta de componentes importados. As mercadorias ficam paradas por cerca de nove dias à espera de liberação nos terminais de cargas do aeroporto da cidade, cuja infraestrutura é insuficiente para administrar o aumento no fluxo de cargas, que triplicou nos últimos meses.
Além da quantidade limitada de modelos de TVs, o brasileiro ainda correu risco de ver o copo vazio durante a Copa do Mundo. O forte aumento do consumo de cervejas e refrigerantes este ano, muito acima do esperado, provocou falta de latas de alumínio e rótulos de cerveja no País, obrigando os fabricantes a importar os insumos para atender à demanda doméstica.
Um típico exemplo desse descompasso ocorreu no segmento de pneus de carga (para caminhões e ônibus). Depois de terem desativado parte das linhas de produção desse tipo de pneu no período mais crítico da crise financeira mundial, agora os fabricantes instalados no País não conseguem acompanhar o ritmo acelerado da demanda, que cresceu com o aquecimento da economia brasileira.
Nos primeiros quatro meses de 2010, foram vendidas 16,4 mil carretas, o que representou crescimento de quase 40% em relação a igual período do ano passado, segundo a Anfir (Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários). Desde janeiro, o preço do pneu subiu em média 16%. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: R7
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (26) a liberação do uso da creatina e da cafeína por atletas. De acordo com o órgão, ficou comprovado que o consumo correto dessas substâncias pode auxiliar no desempenho durante os exercícios repetitivos de alta intensidade e de curta duração, além de contribuir para a resistência aeróbica em exercícios físicos de longa duração.
A diretora da Anvisa Mara Cecília Martins Brito explicou que a creatina e a cafeína eram comercializadas anteriormente apenas como medicamentos ou clandestinamente como alimentos, já que não havia estudos que comprovassem a eficácia dos produtos. Ela destacou que, apesar da liberação, o consumo fica restrito apenas a atletas e não a praticantes de atividades físicas com objetivo de promoção da saúde.
Os riscos, de acordo com a gerente-geral de Alimentos da Anvisa, Denise Resende, incluem sobrecarga renal, no caso da creatina, e arritmia cardíaca, no caso da cafeína. “O nutricionista é responsável por esse paciente. O que acontece é que as pessoas usam de forma indiscriminada”, disse.
A resolução da Anvisa deve ser publicada até a próxima segunda-feira (3) e prevê a comercialização da creatina como produto pronto para consumo entre 1,5 grama (g) e 3g. A substância pode ser adicionada de carboidratos, mas não de fibras alimentares. Já a cafeína pode ser comercializada entre 210 miligramas (mg) e 420 mg, mas não pode ser adicionada de nenhum tipo de nutriente.
As novas regras estabelecem parâmetros também para a venda de pacotes de suplementos alimentares, conhecidos como packs. Com as mudanças, diversas substâncias podem ser acondicionadas em uma mesma embalagem, mas cada produto que compõe o pack deverá ser registrado individualmente na Anvisa.
O órgão informou ainda a proibição da venda dos chamados aminoácidos de cadeia ramificada como alimentos para atletas. De acordo com a Anvisa, eles não representam riscos à saúde, mas não cumprem o efeito prometido de fornecer energia. As empresas têm 18 meses para se adaptar à nova regulamentação.
Fonte: UOL
A guerra entre a mulher e a celulite acontece há décadas. Segundo a empresa analista de mercado Mintel, as mulheres britânicas costumam gastar mais de R$ 151 milhões por ano em produtos que alegam combater o problema.
Apesar do grande número de cremes que prometem eliminar o mal, ainda não existe uma cura para a celulite.
Agora, uma nova máquina é apontada como a arma mais eficaz contra a inimiga número 1 das mulheres e Madonna está apostando alto nela.
Segundo o site Luxury Launches, Madge gastou mais de R$ 135 mil para levar um exemplar, usado em clínicas estéticas, para sua própria casa.
O aparelho é fabricado na Suíça e usa ondas sonoras (AWT Acoustic Wave Therapy) para atacar o mal.
A AWT é usada há várias décadas para desintegrar pedras nos rins e aliviar dores nas juntas.
Quando tratavam atletas femininas com dores, os médicos perceberam que havia uma melhora significativa na aparência das coxas das mulheres que tinham celulite e foi assim que passaram a desenvolver uma terapia específica para isso.
Mas aquelas que não puderem levar o aparelho para casa, como fez Madonna, poderão pagar cerca de R$ 550,00 por sessão (são necessárias seis até começarem a aparecer os benefícios) e receberem o tratamento em clínicas especializadas na Europa.
Fonte: O Fuxico
O custo da cesta básica teve alta generalizada em março em todas as 17 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A alta mais expressiva, de 10,49%, foi registrada em São Paulo, seguida por Recife (9,74%) e João Pessoa (9,49%).
A cesta básica mais cara, no entanto, voltou a ser registrada em Porto Alegre, de R$ 257,07, seguida por São Paulo, onde os produtos básicos saíram por R$ 253,74. Na outra ponta, os menores valores foram anotados em Aracaju (R$ 181,70) e Fortaleza (R$ 182,43).
VEJA A VARIAÇÃO DA CESTA BÁSICA EM MARÇO
Capital Variação (em %) Valor (em R$)
São Paulo 10,49 253,74
Recife 9,74 202,01
João Pessoa 9,49 196,29
Brasília 9,00 236,41
Goiânia 8,54 206,91
Rio de Janeiro 8,30 240,22
Porto Alegre 7,80 257,07
Curitiba 7,28 231,30
Aracaju 7,15 181,70
Florianópolis 5,61 229,80
Salvador 5,28 208,71
Belém 5,27 215,72
Belo Horizonte 3,63 224,37
Vitória 3,33 232,23
Manaus 3,31 231,31
Fortaleza 3,13 182,43
Natal 2,91 199,14
No acumulado dos três primeiros meses deste ano, o custo da cesta básica teve sua maior alta em Recife, de 17,92%, seguida por João Pessoa (15,04%) e Salvador (13,96%). Os menores aumentos foram verificados em Fortaleza (3,09%), Belo Horizonte (4,86%) e Belém (5,58%).
Fonte: G1
DA REDAÇÃO CENTRAL DO AI5PIAUI
Fotos: ai5piaui
Derramamento de água, prostituição, pirataria. A conhecida Praça da Bandeira, situada no Centro de Teresina é um exemplo claro da ineficácia do poder público. A reportagem do ai5piaui passou uma tarde na praça. Encontrou um derramamento de água, camelôs vendendo produtos contrabandeados, sem nota fiscal e mulheres vendendo o corpo para poder comprar alimentos.
O vigia da praça só aparece a noite. Uma torneira no meio da praça geralmente fica aberta. O líquido precioso derrama o dia inteiro.
Aos olhares de policiais militares, designados para manter a ordem na Praça da Bandeira, camelôs oferecem vários produtos sem nota fiscal. A maioria dos produtos é telefone celular.
Repórter: ‘Qual o preço do celular?’
Camelô: ‘Chegado, pra você eu faço por R$ 60’
Repórter: ‘Tem nota fiscal?’
Camelô: ‘Precisa não. Tem procedência’
Repórter: ‘E quem me garante que não é roubado..?’
Camelo: ‘Eu’.
Os camelôs afirmam que estão expondo seus produtos na praça porque lá não pagam taxa . Reclamam que os clientes geralmente não andam em todo o shopping.
Ao lado dos camelôs mulheres oferecem sexo por R$ 20,00. ‘É para eu comprar comida e criar os meus filhos’, disse uma delas.
Quem senta em um dos bancos da praça logo é abordado por uma das mulheres que oferece sexo.
Enquanto isso, no meio da praça, a torneira permanece aberta, configurando o desperdício de água tão combatido em campanhas feitas pelo poder público, o mesmo que administra a Praça da Bandeira.
Desde a inauguração do Shopping da Cidade que a Praça da Bandeira se tornou a mais movimentada de Teresina.
O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse ontem não ver necessidade na renovação dos incentivos fiscais para os produtos da linha branca e os automóveis. Segundo ele, o governo avaliará a redução de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para esses itens, mas o ministro disse que, na opinião dele, as desonerações podem ser revogadas.
“Se houver alguma coisa comprovando que é necessário manter, certamente o governo vai ter sensibilidade. Eu, particularmente, acho que não precisa”, declarou o ministro, ao sair de reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN). “Em princípio, acho que não . A economia está boa, as vendas estão boas.”
Os dois incentivos haviam sido renovados no final do ano passado. A desoneração para a linha branca acaba neste domingo (31). Já o IPI reduzido para os automóveis do tipo flex e aqueles movidos exclusivamente a álcool vence em 31 de março.
O ministro também comentou a inclusão no Orçamento Geral da União de obras consideradas sob suspeita pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Ele disse discordar da avaliação do TCU de que o repasse de recursos para esses empreendimentos seja ilegal.
“Há controvérsia e até uma queda de braço em relação a esse assunto. E se daqui a três meses o TCU descobrir que está errado? Paralisar as obras não é a solução”, afirmou.
Para o ministro, a responsabilidade pela inclusão das obras no orçamento não cabe apenas ao governo, mas aos parlamentares que aprovaram o texto final. “O orçamento ficou vários meses no Congresso e os parlamentares declararam várias vezes que tudo estava resolvido. Algumas obras estão quase acabando e há mais de 26 mil trabalhadores envolvidos. Não vi nada de desvio de dinheiro”, acrescentou.
Paulo Bernardo disse que o orçamento precisará sofrer ajustes nos próximos meses, à medida que o governo tiver conhecimento sobre a entrada de recursos em caixa. No entanto, descartou que a área social e os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) venham sofrer cortes. “O orçamento tem de ser equilibrado, mas saúde, educação, assistência social e PAC não têm contigenciamento”, assegurou. usuários
A Fundação Cepro divulgou o relatório do Índice de Preços ao Consumidor (IPC). Desde 1979, quando deu início à série, a inflação acumulada no ano nunca havia sido tão baixa, a menor de toda a história, segundo o relatório. O IPC fechou o ano com um acumulado de 4,54%, quase a metade do registrado apenas no mês de janeiro de 2009 quando a inflação era de 8,61%, reflexo direto da crise econômica no mundo. Para Oscar de Barros, presidente da Fundação Cepro, essa será a tendência para os próximos meses.
“Em 2010 há uma máxima de quem trabalha com preços de que uma inflação de 5% é ainda suportável, não causa prejuízos maiores. Estamos nesse patamar e acredito que, se não houver nenhum evento extremo ou acidente geográfico ou crise econômica, não temos porque prevê uma alta na inflação”, esclarece.
Ao todo, a Fundação Cepro avaliou o comportamento de 364 produtos e/ou serviços que compõem a estrutura do IPC. No entanto, um diferencial foi observado este ano. Depois de vários meses consecutivos em que os produtos alimentícios vinham mantendo uma estabilidade nos preços para o consumidor, neste mês de dezembro o preço das verduras, hortaliças e frutas foi determinante para aumentar (em tese) a inflação do teresinense.
A inflação em dezembro de 2009, na capital, teve um aumento de 0,71%, quando comparada ao mês anterior.
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