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Motorista ‘encasquetou’ por causa da ‘bonitona’

Posted on 15 jul 2010 at 8:52am

ANA MARIA CUNHA
a.mcunha@hotmail.com

EU NÃO ACREDITO, MAS TAMBÉM NÃO DUVIDO – Último capítulo

– Ele vinha de noite, já cansado. Era sua última viagem da rota. Disse que na penúltima parada antes da ponte ela entrou. Era morena, alta, cabelos longos, lisos e negros. Muito bonita mesmo. Toda vestida de banco. Ele ficou logo interessado nela. E ela olhava muito pra ele. Séria, não dava um sorriso, apenas ficava encarando ele. Ele ficou de olho. Toda parada ele olhava e lá estava ela, em pé, no fundo do ônibus, olhando pra ele. O ônibus estava quase vazio àquela hora, de forma que foi muito fácil vigiar cada gesto dela. A cada parada ele olhava e ela lá. Em pé. Olhando fixamente pra ele. Sem uma palavra, sem um sorriso. Quando ele chegou à parada final desceu o último passageiro e o ônibus ficou vazio. Ele olhou procurando a moça. Nada.
Ela não estava mais lá. Ele ficou impressionado porque não viu quando ela desceu.

Perguntou ao cobrador:

– Companheiro, onde foi que desceu aquela moça bonita que eu não vi?

– Que moça? Não tinha nenhuma mulher cara, tá doido?

– Tinha sim, uma mulher morena, cabelos longos, lisos, pretos, muito bonita. Toda vestida de banco.

– Amigo, você tá enganado. Nesta última viagem não entrou uma mulher, só tinha marmanjo. Você tem certeza de que viu essa mulher?

– Tenho certeza, ela não parou de olhar pra mim.

– Acho que você está enganado. Eu não deixaria passar batido uma mulher desse tipo. Você acha mesmo que eu não veria? Perguntou ele sorrindo.

– Não deu outra, professora. Meu compadre encasquetou. Passou várias noites sem dormir, pensando na mulher. Entrou em depressão, impressionado com ela. E, hoje, ele é meio maluco. Vive sob efeito de remédios controlados.

– Eu não acredito. Falou Marta incrédula.

– Não acredita, dona? Pois pode perguntar a todo mundo aqui dessa região, que todo mundo lhe conta. Só quem vê é homem, senão eu ia lhe aconselhar a passar lá sozinha depois de meia noite, quem sabe a senhora “teria a sorte” de ver…

Marta respondeu rápido:

– E isso é sorte? Deus me livre. Eu não acredito, mas agora também não duvido.

CLIQUE AQUI E LEIA O 7º CAPÍTULO – A alma estava na garupa de uma moto

Deborah Secco diz que supera separação com terapia e amigos

Posted on 04 mai 2010 at 6:46pm

Mesmo sem querer falar sobre sua separação com o jogador Roger, que aconteceu recentemente, Deborah Secco tem demonstrado que está superando a crise e que, aos poucos, está voltando à sua rotina normal. Na noite do Prêmio Contigo, realizado na noite de segunda-feira (3), no Rio de Janeiro, a atriz tocou pela primeira vez no assunto do final de seu casamento.

“Não vou falar sobre vida pessoal, mas sei levar a vida de uma forma boa, tento superar tudo o que me acontece. Ainda continuo acreditando no amor e no casamento, não vou desacreditar nunca. Todo casal tem que estar preparado para uma separação”, destacou Deborah.

A atriz contou também que está cuidando do corpo e fazendo terapia, nas suas horas livres.

“Às vezes eu acordo e me acho linda e tem dias que me acho horrorosa. Estou fazendo bastante exercícios, fazendo minha terapia que me ajuda muito e também estou saindo com meus amigos”, disse.

Fonte: O Fuxico

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Uma 'anjinha' sem roupa, de parar o trânsito

Uma ‘anjinha’ sem roupa, de parar o trânsito

Posted on 11 mar 2010 at 7:48pm

Com 1,67m, pesando 48kg e detentora de circunferências que dão inveja, Daisa Hubert é linda, simpática, divertida e possui grandes requisitos para ser uma Diva. Ela conta que sempre teve esse jeito de menina e que desde pequena todo mundo a tinha como a “anjinha” da turma. Mas agora, aos 24 anos, a menina virou mulher. E após conferir as suas fotos feitas para o AllDivas, não haverá quem duvide disso. Confira abaixo.

Modelo bonitona relata seu drama horas antes da morte

Posted on 10 fev 2010 at 12:07pm

DA REDAÇÃO CENTRAL DO AI5PIAUI

Linda, a modelo Patrícia, filha de uma família de classe média de Florianópolis, morreu de Aids e escreveu uma carta chocante horas antes de seu último suspiro. A carta ganhou o mundo através da internet.

LEIA ABAIXO

Meu nome é Patrícia, tenho 17 anos, e encontro-me no momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane minha amiga escrever esta carta que será endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja tarde demais:

Eu era uma jovem ’sarada’, criada em uma excelente família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e o que tem e melhor,inclusive liberdade que eu nunca soube aproveitar.

Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e manequim para a Agência Kasting e fui até o final do concurso que selecionou as novas Paquitas do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um Book na Agência Elite em São Paulo.

Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de ‘Floripa’, Coração de Jesus. Tinha todos os garotos do colégio aos meus pés.

Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema, curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.

Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau. Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no ‘Bude’, famoso barzinho na Rua XV.

À noite fomos ao ‘PROEB’ e no ‘Pavilhão Galego’ tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco. Aquela movimentação de gente era trimaneira”.

Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia e OKTOBER, tomei o meu primeiro porre de CHOPP.

Que sensação legal curti a noite inteira ‘doidona’, beijei uns 10 carinhas, inclusive minhas amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com guaraná para enganar os ‘meganha’, porque menor não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os otários’ não percebiam.

Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros.. Deram-me umas injeções de glicose para melhorar. Quando fui ao apartamento quase ‘vomitei as tripas’, mas o meu grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor de cabeça horrível, um mal estar daqueles como tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de S. Paulo, que alugaram um ap’ no mesmo prédio. Nem imaginava que naquele dia eu estava sendo apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da manhã fomos ao ‘ap’ dos garotos para curtir o restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso baseado’Cigarro de Maconha’, que me ofereceram.

No começo resisti, mas chamaram a gente de ‘Catarina careta’, mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora
experimentei novamente.

O garoto mais velho da turma o ‘Marcos’, fazia carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser cocaína. Ofereceram-me,mas não tive coragem naquele dia. Retornamos a ‘Floripa’ mas percebi que alguma coisa tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas experiências, e não demorou muito para eu novamente deparar-me com meu assassino ‘DRUGS’.

Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem perceber, eu já era uma dependente química, a partir do momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.

Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um monte de porcaria.

Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com sangue o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada um cedia para diluir o pó.

No início a minha mesada cobria os meus custos com as malditas, porque a galera repartia e o preço era
acessível. Comecei a comprar a ‘branca’ a R$ 10,00 o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$ 20,00 a boa, e eu precisava no minimo 5 doses diárias.

Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus ‘novos amigos’. Às vezes a gente conseguia o
‘extasy’, dançávamos nos ‘Points’ a noite inteira e depois… farra!

O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles não tinham nada a ver com a minha vida…

Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou trocar por drogas…Aos poucos o dinheiro foi faltando e para conseguir grana fazia programas com uns velhos que pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando.

Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação. Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para tentar reverter o quadro.

Quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola, bons amigos e família.

Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi decretada; descobri que havia contraído o vírus da AIDS, não sei se me picando, ou através de relações sexuais muitas vezes sem camisinha.

Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os homens pagavam mais para transar sem camisinha.

Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço, foram acabando, família,amigos,pais, religião, Deus, até Deus, tudo me parecia ridículo.

Meu pai e minha mãe fizeram tudo, por isso nunca vou deixar de amá-los.

Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível,
não quero receber visitas porque não podem me ver assim, não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca…

Você com certeza vai se arrepender assim como eu, mas percebo que é tarde demais pra mim.

Patrícia encontrava-se internada no Hospital Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que ela faleceu 14 horas mais tarde depois que escreveram
essa carta, de parada cardíaca respiratória em conseqüência da AIDS.