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Carroceiro confessa que matou menino por um cavalo

Carroceiro confessa que matou menino por um cavalo

Posted on 18 mai 2010 at 2:13pm

O carroceiro Ronaldo Prudêncio Jesus Bento, de 28 anos, confessou, na manhã desta terça-feira, na Delegacia de Homicídios (DH), que torturou e matou o menino Emerson Ferreira Porto, de 13 anos. O corpo do menino foi encontrado próximo ao Morro do Urubu, em Pilares.

O acusado se apresentou com um advogado. Segundo os policiais, ele não demonstrou arrependimento quando falou sobre a morte da criança. Ronaldo alegou que Emerson roubou o seu cavalo e depois o ameaçou. Ele contou como executou a criança e tentou ocultar o corpo. O carroceiro se apresentou porque agentes da DH intensificaram as buscas a eles nas últimas horas. Eles procuraram Ronaldo em sua casa e em endereços de parentes no Morro do Urubu.

O delegado Felipe Ettore entrou com pedido de prisão temporária contra o carroceiro no Plantão Judiciário. O juiz plantonista decretou a prisão temporária de 30 dias.

Sepultamento

O sepultamento do corpo de Emerson está previsto para as 15h, no Cemitério de Inhaúma, na Zona Norte do Rio.

O corpo do menino foi encontrado na manhã de segunda-feira num lixão, em Tomás Coelho. Emerson e o amigo que conseguiu fugir dos assassinos teriam matado aula. Na rua, eles resolveram brincar com cavalos em um terreno perto do Morro do Urubu. As crianças foram abordadas por dois homens que os agrediram. O amigo, X., de 9 anos, conseguiu escapar e voltou para casa. Na delegacia, ele reconheceu um dos agressores que foi preso horas depois. No entanto, o homem foi liberado após ser autuado por lesão corporal. A polícia agora tenta encontrá-lo.

Fonte: Extra

Saiba como empresário relatou morte no DP e não ficou preso

Saiba como empresário relatou morte no DP e não ficou preso

Posted on 12 mai 2010 at 10:20pm

DA REDAÇÃO CENTRAL DO AI5PIAUI

O delegado Ademar Canabrava ‘pisou na bola’ e não pediu à Justiça a decretação da prisão do empresário Flávio da Silva Santos, dono da Fábrica de Aguardente ‘Raízes Amargas’, acusado de assassinar friamente, no início da noite de segunda-feira passada, dia 10, o caminhoneiro Helvécio Maia dos Prazeres. Com isso, o empresário se apresentou na tarde desta quarta-feira (12), na Delegacia do 12º DP, contou detalhes do assassinato, disse que estava arrependido e foi liberado.

O empresário disse que matou o caminhoneiro porque pensou que era o mesmo carro velho que havia atropelado e matado seu filho há dois meses.

Desde a época da morte do jovem, o empresário estava a procura do veículo. Ao encontrar o caminhão que Helvécio usava para transportar material de construção e sustentar a família, o empresário Flávio não pensou duas vezes: matou o motorista com cinco tiros, sem chance de defesa.

O acusado estava foragido e mesmo assim, sua prisão não foi pedida à Justiça. Flávio se apresentou na delegacia de Ademar Canabrava acompanhado por três advogados.

Pedreiro que matou 6 jovens é achado morto na cadeia

Posted on 18 abr 2010 at 7:28pm

O pedreiro Adimar da Silva, preso em Goiás pelo assassinato de seis jovens em Luziânia (GO), foi encontrado morto na cela na manhã deste domingo (18). Ele estava preso em uma cela isolada no Denarc de Goiânia. Ele estava preso desde o dia 10 de abril, quando confessou ter matado seis jovens que estavam desaparecidos desde dezembro de 2009. O pedreiro ainda indicou à polícia onde os corpos das vítimas estavam escondidos.

Silva já cumpria pena de dez anos e dez meses por atentado violento ao pudor. Ele passou quatro anos em regime fechado e, em dezembro, passou para o regime semiaberto, mesmo mês em que os desaparecimentos tiveram início.

Segundo Norton Luiz Ferreira, delegado chefe de comunicação da Polícia Civil de Goiás, Adimar foi encontrado enforcado com uma tira do forro do colchão da cela por volta das 12h30. De acordo com a polícia, ele teria cometido suicídio.

Na manhã deste domingo ele teria conversado normalmente com os onze presos da cela ao lado, segundo a polícia. “Durante a conversa ele repetiu o depoimento que deu aos delegados e contou como matou os meninos”, disse Ferreira.

Segundo a polícia, os vizinhos de cela teriam ouvido um barulho de rasgo de tecidos na tarde deste sábado.

Liberdade questionada

O benefício da liberdade provisória concedido ao pedreiro foi questionado após a descoberta das mortes em Luziânia. Documentos anexados ao processo que devolveu Silva às ruas revelam que a Justiça tinha laudos psicológicos que identificaram “sinais de sadismo” e “de transtornos psicopatológicos” em um exame criminológico realizado um ano e sete meses antes da sua libertação.

A Justiça também foi alertada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) a implementar “fiscalização sistemática” sobre Adimar no dia 14 de janeiro deste ano, quando três dos seis jovens já haviam desaparecido.

No pedido, a promotora Maria José Miranda Pereira sustentou que a vigilância constante da Justiça sobre Adimar poderia “salvar a dignidade sexual de muitas crianças”. A promotora ainda utilizou um argumento direto para justificar sua preocupação sobre a conduta do pedreiro: “Não existe ex-estuprador. Considerando-se que não existe ex-estuprador e, diante da extrema gravidade dos ignóbeis crimes pelo sentenciado cometidos, requeiro seja expedido mandados para fiscalização sistemática e reiterada”, solicitou Maria José.

O pedido da promotora foi escrito de próprio punho atrás de um dos “Mandados de Constatação na Residência” ordenados pela Justiça em 7 de janeiro deste ano, para que um oficial fosse até a residência de Adimar para constatar se ele cumpria as determinações judiciais “de recolher-se à sua residência diariamente, até 21h, e nos dias de folga e feriados”.

Fonte: G1

Juiz que soltou ‘monstro de Luziânia’ quebra o silêncio

Posted on 16 abr 2010 at 4:03pm

O juiz da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Território (TJDFT) Luis Carlos de Miranda falou pela primeira vez nesta sexta-feira (16) sobre a sua decisão de libertar o pedreiro Adimar Jesus, preso pelo estupro de duas crianças em 2005, que após ganhar liberdade confessou à polícia ter assassinado outros seis jovens de Luziânia (GO). Miranda defendeu sua decisão, mas disse compreender a revolta e a dor das famílias das vítimas.

“Imagine o que é uma mãe ver o filho sair e não voltar? Isso abala qualquer um. Não tem como não se comover com as famílias”, afirmou o juiz. “O sofrimento é esperado. Quem conheceu as crianças e perdeu dessa forma. Isso tem que ser respeitado. Estão no direito deles dentro da dor que sofrem”, complementou.

Miranda classificou a tragédia de Luziânia como um “crime de comoção” e disse que todo juiz que atua no julgamento da liberdade de detentos corre o risco de ver esse preso cometer novos crime: “Só o juiz pode determinar a soltura ou a progressão para o regime aberto. Todo juiz, ao soltar uma pessoa, tem o risco de essa pessoa vir a cometer um crime na frente. Isso faz parte da nossa vida. Não é esse o único caso, infelizmente acontece a reincidência em qualquer outro crime, seja sexual, seja contra o patrimônio ou outro qualquer”.

O juiz atua a menos de um ano na Vara de Execuções. Miranda não permitiu que as câmeras de televisão registrassem a coletiva de imprensa prestada na manhã desta sexta por questões de segurança: “Concedo benefícios e também determino regressões de regime. Muitas vezes, isso acontece com criminosos eventuais ou com integrantes de facções criminosos.”

O juiz citou a lei que determina a progressão de regime após o cumprimento de 2/5 da pena fixada para os crimes hediondos, aplicada apenas a partir de março de 2007. Criminosos condenados por crimes praticados antes dessa data têm o direito a progressão de regime após cumprimento de 1/6 da pena. Para Miranda, a lei favorece a libertação de criminosos. “Não é agradável para ninguém assinar esse tipo de decisão. Ninguém gostaria de assinar esse tipo de decisão. É triste ter que assinar esse tipo de decisão. Por conta dessa lei, muitos criminosos sexuais sairão da prisão”, afirmou Miranda.

Laudos

O juiz apresentou laudos de psicólogos da Vara de Execuções Penais que atestaram que Adimar não apresentava transtornos mentais e não necessitava de medicação como forma de justificar a decisão de libertá-lo. Miranda também lembrou que mesmo que o laudo alertasse para o possível risco de o pedreiro voltar a cometer crimes, ele não poderia evitar sua saída, já que a lei ordena a libertação do preso. “Nesse caso, só a prisão perpétua resolveria”, afirmou Miranda.

Sobre a polêmica gerada pelo exame criminológico que atestou resultado contrário aos laudos ao identificar sinais de psicopatia e de sadismo em Adimar, o juiz disse que não poderia ter pedido o reexame do caso por falta de estrutura do sistema: “Temos nove psicólogos e dois psiquiatras para cuidar de uma massa de 8,5 mil presos.”

Documentos

Documentos anexados ao processo que devolveu às ruas o pedreiro Adimar Jesus, assassino confesso de seis jovens de Luziânia (GO), revelam que a Justiça tinha laudos psicológicos que identificaram “sinais de sadismo” e “de transtornos psicopatológicos” em um exame criminológico realizado um ano e sete meses antes da sua libertação.
A Justiça também foi alertada pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) a implementar “fiscalização sistemática” sobre Adimar no dia 14 de janeiro deste ano, quando três dos seis jovens já haviam desaparecido.

No pedido ao que o G1 teve acesso, a promotora Maria José Miranda Pereira sustentou que a vigilância constante da Justiça sobre Adimar poderia “salvar a dignidade sexual de muitas crianças”. A promotora ainda utilizou um argumento direto para justificar sua preocupação sobre a conduta do pedreiro: “Não existe ex-estuprador. Considerando-se que não existe ex-estuprador e, diante da extrema gravidade dos ignóbeis crimes pelo sentenciado cometidos, requeiro seja expedido mandados para fiscalização sistemática e reiterada”, solicitou Maria José.

O pedido da promotora foi escrito de próprio punho atrás de um dos “Mandados de Constatação na Residência” ordenados pela Justiça em 7 de janeiro deste ano, para que um oficial fosse até a residência de Adimar para constatar se ele cumpria as determinações judiciais “de recolher-se à sua residência diariamente, até 21h, e nos dias de folga e feriados”.

Fonte: G1

Adolescente acusado de arrombamento é apreendido e confessa

Posted on 13 abr 2010 at 4:56am

SEVERINO CARVALHO
Colaborador
Da Redação do ai5piaui de São Francisco de Assis

O subtenente Milton Batista, delegado de polícia de São Francisco de Assis do Piauí, fez na manha desta segunda-feira, 12 abril, o auto de apreensão do menor C.S.A., de 17 anos, acusado de ter praticado um furto na madrugada deste sábado. O mesmo teria arrombado um comércio na cidade e levando mais de R$ 600 reais.

Ao ser apreendido pela polícia, o adolescente confessou o arrombamento, sendo encontrado com ele parte do valor roubado. Além de confessar, o adolescente disse ter praticado outros furtos anteriores. Será enquadrado encaminhado para o promotor de justiça da comarca de Conceição do Canindé, no Piauí.

Serial Killer de Luziânia foi preso por causa de um telefone

Posted on 12 abr 2010 at 10:01am

Um homem é preso por pedofilia. Fica quatro anos na cadeia. Uma semana depois de solto e, segundo a polícia, volta a cometer crimes. Seis crimes bárbaros, hediondos. De acordo com a polícia, ele matou a pauladas seis jovens que desapareceram no interior de Goiás. Os corpos foram localizados no fim de semana. As mães ainda tinham esperança de encontrar os filhos vivos. O pedreiro contou que atraía as vítimas oferecendo dinheiro.

“Foi um choque muito grande. Realmente não esperava encontrá-los mortos. Não estava preparada”, diz Lúcia Lopes, a irmã de Márcio, uma das vítimas.

O quarto está do mesmo jeito que o filho caçula deixou há três meses e onze dias. O que mudou? O sentimento – da frágil esperança para a tristeza profunda. “É horrível saber que ele não vai voltar mais para casa”, diz a mãe de Diego, Aldenira.

Nem Diego, de 13 anos, nem Paulo, de 16, nem George, de 17, nem Divino, de 16, nem Flávio, de 14 e nem Márcio, de 19 anos. Segundo a polícia, o assassino em série confessou o crime para policias civis e federais que investigaram as mortes. A primeira foi no dia 30 de dezembro do ano passado, a última, em 22 de janeiro.

“Foi um choque porque a gente sempre imaginou que estavam em trabalho escravo e que a qualquer momento a polícia vai achar e trazer todos de volta. Nunca aconteceu isso”, lamenta a irmã de Diego, Gláucia Gomes de Souza.

“Ele oferecia pequena quantia em dinheiro para que os menores, os adolescentes os acompanhassem para realizar um pequeno serviço e daquele pequeno serviço, a conversa evoluía para o contato sexual”, explica o chefe do departamento de Polícia Judiciária Josuemar Vaz de Oliveira.

As vítimas foram atraídas para uma fazenda que fica às margens da BR-040, a 2 Km da entrada de Luziânia (GO). Chegando no local, de alguma forma, o assassino convencia os jovens a descer o vale.

O pedreiro Admar de Jesus mostrou para a polícia o local onde enterrou os corpos: “Tem dois no córrego, ali. Tem um ali assim e outro ali”. Ele contou que todos foram mortos a pauladas: “Tem seis aqui”.

Admar foi morar em Luziânia, a 70 km de Brasília, assim que saiu da cadeia, em dezembro. Durante quatro anos, ele cumpriu pena pelo crime de pedofilia. Deixou as grades beneficiado pela progressão de pena, um direito concedido aos presos de bom comportamento. Uma semana depois fez a primeira vítima.

“Foi indicado no documento produzido pelos médicos psiquiatras que ele é uma pessoa com problemas e que careceria de vigilância, precisaria ter um acompanhamento psicológico posterior porque ele já apresentava sinais de psicopatia”, aponta o delegado da Polícia Federal Wesley Almeida.

Para o ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, houve falha na soltura de Admar: “Eu acho que a legislação do Brasil é dura. Não se trata necessariamente de rever a legislação. Se trata mais de rever o comportamento que nós devemos ter na reintegração desse tipo de indivíduo à sociedade.

A polícia conseguiu identificar e prender o assassino porque um parente dele estava usando o celular de uma das vítimas. O telefone foi rastreado.

Fonte: G1

Mãe de lutador morto perdoa mãe de menor detido

Mãe de lutador morto perdoa mãe de menor detido

Posted on 11 mar 2010 at 2:22pm

Foto: Cafrolina Lauriano / G1
Depois de ouvir o pedido de perdão da faxineira Aurinete Messias da Silva, mãe do menor de 17 anos que confessou ter participado do crime que terminou com a morte de Marcos Jara, Jane de Albuquerque, mãe do lutador assassinado, disse que a perdoava, mas não o adolescente detido.

“Não posso perdoar ele, mas perdoo à senhora, porque não posso lhe culpar por isso”, disse Jane, que ainda foi ao carro onde estava o menor detido para questionar sobre o crime. O adolescente agiu com rebeldia.

De acordo com o delegado da 36ª DP (Santa Cruz), José Moraes, responsável pelas investigações, o menor foi detido nesta quarta (10), próximo à Favela do Aço, na Zona Oeste do Rio, e disse em depoimento que foi seu comparsa, de 15 anos, quem atirou no lutador. Ele foi encaminhado para o Ministério Público e vai responder por ato infracional análogo ao crime de latrocínio (roubo seguido de morte). O delegado afirmou que as buscas por esse outro adolescente continuam. Ambos têm passagem pela polícia.

O lutador, que morava nos Estados Unidos, seguia com um amigo americano para passar as festas de fim de ano em Angra dos Reis, na tarde do dia 24 de dezembro, quando parou no acostamento da estrada na Zona Oeste para pegar um objeto na mala do carro e foi abordado por dois criminosos.

“Ele saiu tão feliz de casa naquela dia”, desabafou Jane, muito emocionada, na Chefia da Polícia Civil, no Centro, nesta quinta.

A mãe do menor detido afirmou que não sabia do envolvimento do filho com o tráfico de drogas e que esse episódio está acabando com sua vida. “É muita dor, não sabia de nada, a gente sempre é a última a saber das coisas”, disse ela, emocionada.

“Hoje morro em paz, mas ainda quero realizar todos projetos do meu filho, ajudar crianças carentes”, disse a mãe de lutador assassinado, após prisão de menor Ela firmou que está em depressão e só tem vontade de dormir. “Ele deixou muito amor e muitos amigos por onde passou”.

Investigação

O delegado contou que os dois adolescentes deviam R$ 3 mil à boca de fumo da Favela do Aço e esse foi o motivo do assalto. A pistola apreendida pela polícia teria sido fornecida pelo chefe do tráfico, conhecido como Quinho e que, segundo José Moraes, também é procurado pela polícia.

Segundo a polícia, Marcos Jara não foi morto ao reagir ao assalto. Ele e o americano foram baleados quando Jara tentou tirar a arma de um dos menores. O americano ferido foi jogado para fora do carro e socorrido por moradores de uma favela. Já o lutador, seguiu com os criminosos, que renderam um mecânico para dirigir o carro, pois Jará estava incapacitado de conduzir o veículo.

O delegado contou que no trajeto, o lutador pedia pela vida. Quando conseguiram descobrir onde estava o dinheiro, cerca de R$ 5 mil, os adolescentes deram um valor para o mecânico retornar e rederam um outro carro, na Favela do Sapo, em Senador Câmara. Foi neste momento, de acordo com o delgado, que o menor de 15 anos pediu a arma e deu um tiro na cabeça do lutador. “Foi um tiro de misericórdia”, disse o delegado.

Ainda de acordo a polícia, eles seguiram para Campo Grande. O motorista do veículo rendido teria deixado os menores na rodoviária.

O carro em que Jara e o amigo viajavam pertencia ao ator Luciano Szafir, amigo do lutador.

Fonte: G1

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