A coligação “O Brasil pode mais”, do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, protocolou nesta quarta-feira (1º) no Tribunal Superior Eleitoral ação contra a adversária do PT, Dilma Rousseff, por causa da quebra de sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB, Eduardo Jorge e de outras pessoas ligadas à legenda, inclusive a filha do candidato tucano, Verônica Serra.
Na ação, a coligação de Serra pede que a Justiça Eleitoral apure a prática de abuso de poder político e uso da máquina pública por parte da campanha da petista.
Segundo o advogado da campanha de José Serra, Eduardo Alckimin, caso a Justiça Eleitoral entenda que houve abuso, pode aplicar pena de inelegibilidade e até de cassação de registro da candidatura de Dilma Rousseff. A ação contra a candidata petista foi encaminhada ao corregedor-geral eleitoral, ministro Aldir Passarinho Junior.
A coligação tucana pediu a abertura de uma investigação dentro da Justiça Eleitoral, que deve ser feita com base em depoimentos de testemunhas e juntada de documentos. A coligação requer decisão liminar do TSE pedindo o encaminhamento à Justiça Eleitoral das investigações que estão sendo feitas pela Polícia Federal e do processo administrativo da Receita que apura as violações de sigilo. Também pede que computadores da Receita sejam periciados por técnicos indicados pela Justiça Eleitoral.
Se houve falsificação ou não, é trabalho da polícia. Não vamos ficar dando explicações ao que não nos cabe. Não temos nada a ver com essa história de falsificação nem de vazamento. Quero que o candidato Serra e a oposição provem o que estão dizendo, que temos relação com isso”
José Eduardo Dutra, presidente do PT
Nesta quarta, o presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, negou que o PT e integrantes da campanha de Dilma Rousseff à Presidência tenham envolvimento com o vazamento dos dados sigilosos de Veronica Serra, filha do candidata tucano à Presidência, José Serra.
Além dos pedidos de informações, a defesa de Serra juntou à ação reportagens de jornais que denunciaram a quebra de sigilo do vice-presidente do PSDB e o depoimento do delegado Onézimo Sousa, no dia 17 de junho, na Comissão de Controle de Atividades de Inteligência (CCAI) do Congresso Nacional.
Na representação são citados Dilma Rousseff, o ex-coordenador de campanha petista e candidato ao Senador por Minas Gerais, Fernando Pimentel, os jornalistas Amaury Ribeiro Junior e Luiz Lanzetta, além do secretário-geral da Receita, Otacílio Cartaxo, e o corregedor do órgão, Antonio Carlos Costa D’Ávila.
Todos foram citados em reportagem da revista “Veja” sobre a produção de um suposto dossiê contra José Serra. Quando o caso veio à tona, todos os envolvidos deram versões contraditórias sobre o caso ou negaram envolvimento com a produção de um dossiê, à exceção de Onézimo, que afirmou ter sido procurado para levantar informações sobre o tucano.
Investigação ‘para esconder’
Depois de protocolar a ação contra Dilma, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) afirmou que a Receita Federal não é confiável para apurar os responsáveis pelo vazamento dos dados fiscais dos tucanos.
“A Receita Federal está aparelhada, por isso não tem autoridade política, moral e administrativa para realizar qualquer investigação.A investigação da Receita não é para revelar, é para esconder. A Receita está escondendo fatos, sonegando informações para acobertar os principais responsáveis, porque a Receita faz parte desse aparelhamento do Estado brasileiro”, disse.
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Para o senador Alvaro Dias, não há dúvidas de que há intenção eleitoral na quebra do sigilo fiscal de pessoas ligadas ao PSDB. “Essa espionagem se deu para abastecer uma central de dossiês, recentemente desmontada, com o objetivo de alvejar e intimidar os adversários na expectativa de um enfrentamento mais exacerbado na campanha eleitoral”, afirmou o senador tucano.
Entenda o caso
Reportagem publicada pelo jornal “Folha de S.Paulo” em 19 de junho deste ano afirma que teriam saído dos sistemas da Receita Federal dados fiscais sigilosos do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge, destinados à montagem de um suposto dossiê contra o presidenciável tucano José Serra.
Posteriormente, revelou-se que, em 8 de outubro de 2009, além de Eduardo Jorge, também tiveram o sigilo quebrado irregularmente o ex-ministro Luiz Carlos Mendonça de Barros, o ex-diretor da Previ Ricardo Sérgio de Oliveira e Gregório Marin Preciado, primo de Serra.
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O secretário nacional da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, foi convocado a prestar esclarecimentos na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. No dia 14 de julho, em depoimento à CCJ, ele disse uma “apuração especial” identificou acessos feitos por alguns funcionários a declarações de Imposto de Renda de Eduardo Jorge. Essas informações, segundo afirmou, foram encaminhadas para a Corregedoria da Receita e abriu-se um processo administrativo disciplinar para investigar o caso.
No dia 21 de julho, a Receita informou que investigava a servidora Antonia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves Silva, uma analista locada em Santo André, na região metropolitana de São Paulo, como suspeita de quebrar o sigilo dos tucanos.
Em 24 de agosto, a Justiça Federal autorizou Eduardo Jorge a ter acesso às investigações da Receita Federal.
Segundo os dados da investigação, os acessos às declarações de renda dos tucanos ocorreram no dia 8 de outubro de 2009, entre 12h27 e 12h43. O terminal usado foi o da servidora Adeilda Ferreira Leão dos Santos. A senha era de Antonia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves Silva. Em depoimento à Corregedoria da Receita, as duas funcionárias negam envolvimento na quebra de sigilo.
No dia 27 de agosto, o corregedor-geral da Receita Federal, Antonio Carlos Costa D’Avila, afirmou que o trabalho do órgão na apuração do caso identificou indícios da existência de um “balcão de compra e venda” de informações da Receita.
O Ministério Público Federal no Distrito Federal (MPF-DF) recebeu no dia 30 de agosto representação da Corregedoria da Receita Federal com os resultados da investigação interna sobre a quebra de sigilo fiscal de Eduardo Jorge.
Nesta terça-feira (31), o site do jornal “O Estado de S. Paulo” informou que o sigilo fiscal de Verônica Serra tinha sido violado, a exemplo do que aconteceu com Eduardo Jorge, e outras três pessoas ligadas ao partido. A assessoria da Receita Federal informou que o acesso aos dados fiscais de Verônica Serra foi feito a pedido da própria contribuinte. A assessoria de Serra negou que a filha do candidato tenha solicitado a quebra do sigilo à Receita.
O secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, afirmou quarta-feira (1) que, diante do não reconhecimento por Verônica Serra da assinatura do documento entregue para obter suas declarações de renda e da afirmação do cartório de que não houve reconhecimento da firma no local, o caso foi encaminhado ao Ministério Público Federal.
Fonte: G1
Os prefeitos das cidades de União e São João do Arraial, Zé Barros e Francisco Lima, respectivamente, manifestaram seu apoio à candidatura de Wilson na região e se mantiveram firmes ao lado do time de Lula e Dilma.
Em time que está ganhando não se mexe, basta ver as ações desenvolvidas para reconhecer. A proporção que Wilson cresce, avança também os ataques da oposição e no que depender de nós, em União, ele se manterá firme, declara Zé Barros.
O prefeito de São João do Arraial, Francisco Limma, acredita que Wilson recebe em torno de 60% dos votos da região e elogia o desempenho socialista. Toda campanha organizada vai crescendo e é isso que temos percebido com a estabilidade de Wilson. Cada dia mais as pessoas vão se envolvendo e o trabalho é a grande referência de sucesso.
Fazendo referência as recentes denúncias de compras de votos, Limma critica esse tipo de prática e destaca seu município como exemplo a esse combate. O povo não engole mais compra de voto. Quem compra voto, diminui o compromisso com o Estado e nós precisamos retomar esse combate à compra de eleitores. Isso não interessa ao Piauí e São João do Arraial é exemplo disso, finaliza.
Seguindo a estratégia de discutir um tema por programa de rádio, Dilma Rousseff (PT) usou o horário desta manhã para falar sobre suas propostas para a área da saúde. Feitos do governo federal foram exaltados, com a promessa de ampliá-los. José Serra (PSDB) voltou a criticar a inexperiência política da candidata e disse que, se ela vencer, terá de governar sozinha, sem ajuda de ninguém. Hoje, Marina Silva (PV) subiu o tom das críticas aos rivais.
A propaganda de Dilma começou com referências à liderança da candidata em pesquisas de intenção de voto. O foco da inserção da manhã foi a saúde pública. Após elogios às ações “do governo de Lula e Dilma”, uma música sobre o tema foi tocada. A letra disse que “ela ainda não está do jeito que é ideal, mas bons passos foram dados e o avanço é real”. Os feitos de Dilma como ministra foram lembrados, por exemplo, o Programa Luz para Todos, a coordenação do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e do programa Minha Casa, Minha Vida.
A candidata prometeu consolidar o SUS (Sistema Único de Saúde), ampliar o Programa Saúde da Família e as farmácias populares, criar centros de prevenção de câncer, construir 500 UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento) em todo país.
- O Brasil nunca esteve tão preparado para dar um salto de qualidade. O que nos aguarda é uma nova era de prosperidade econômica e social.
José Serra foi apresentado em seu programa como alguém que “cuida dos pobres”. Os apresentadores criticaram as estradas federais, dizendo de cada três, duas têm buraco.
O trabalho do candidato como ministro da Saúde foi lembrado novamente. O candidato prometeu criar as policlínicas e aumentar os remédios genéricos. A criação do seguro-desemprego e a atuação do candidato como prefeito de São Paulo também foram citadas.
Os personagens do programa criticaram Dilma: “Por que eu não consigo achar nada que ela fez?” O apresentador responde, dizendo que “ela foi sempre ajudante do Lula. Nunca disputou eleição na vida”. Outro personagem chega a dizer que “ela podia ter umas aulinhas particulares com o Serra. Depois era só se preparar por uns 40 anos”.
Serra disse que “quem vai governar é o presidente que for eleito. Ninguém vai governar com ele não”. O candidato fez ainda uma analogia com o trabalho de um técnico de futebol, que não pode ser terceirizado, já que as decisões precisam ser tomadas o tempo todo. A música que critica Dilma, dizendo que “ninguém sabe de onde veio, ninguém sabe o ela fez”, foi tocada mais vez.
Marina Silva (PV) usou seu horário para reforçar críticas aos seus dois principais rivais – José Serra e Dilma Rousseff – que, segundo ela, fazem “uma campanha de chantagem emocional, como se o povo fosse menino pronto para ser enganado”. Ela disse que “no Brasil real” há filas em hospitais, crianças sem escola, assaltante na esquina, pessoas desabrigadas após chuvas. De acordo com ela, isso seria furto do descaso do governo.
- Confio em você para a gente decidir essa eleição no segundo turno. O que eu proponho é o desenvolvimento sustentável, é uma política diferente.
O candidato do PSOL, Plínio de Arruda Sampaio, voltou a falar sobre a desvalorização dos professores no país. José Maria Eyamel (PSDC) falou sobre o desenvolvimento do país, defendendo um novo sistema tributário. Levy Fidelix (PRTB) criticou os três primeiros colocados nas pesquisas de intenção de votos. Disse que eles “representam os poderosos” e não vão baixar os impostos ou juros dos bancos.
A propaganda de Zé Maria (PSTU) disse que “os latifundiários têm suas mãos sujas de sangue” e criticou os governos de FHC (Fernando Henrique Cardoso) e de Lula, porque não terem barrado o crescimento das grandes propriedades. O partido prometeu acabar com grandes propriedades e fazer a reforma agrária.
Ivan Pinheiro (PCB) falou em defesa de uma “reforma agrária radical” e do MST (Movimento dos Sem-Terra). O PCO defendeu uma revolução que coloque o governo sob controle dos trabalhadores.
Fonte: R7
LUCIANA AZEVEDO
Pela segunda vez, o candidato a governador Sílvio Mendes (PSDB) perde tempo no programa eleitoral por propaganda irregular. O juiz auxiliar do TRE José Acélio Correia condenou nesta segunda-feira (30/08) o tucano à perda de tempo de 20 segundos no programa eleitoral do turno da tarde, em virtude do candidato a deputado estadual Firmino Filho ter usado o seu horário no programa eleitoral para beneficiar o candidato Sílvio Mendes, e ainda por conta da veiculação de seis vinhetas com o nome “Sílvio e aúdio “Silvio! Quarenta e cinco!” no programa dos proporcionais.
A decisão do juiz foi em virtude representação eleitoral impetrada pela assessoria jurídica da coligação “Para o Piauí Seguir Mudando”, ao justificar que, no dia 18 de agosto, às 13h00, durante o horário eleitoral gratuito destinado ao cargo de deputado estadual, ao fazer uma referência que para ser um bom governo precisa ter qualidades como, ser trabalhador, ser solidário e tratar com seriedade e honestidade a coisa pública, Firmino pronunciou, por 8 segundo, a frase “Sílvio demonstrou como Prefeito de Teresina essas qualidades, isto o credencia para ser um bom governador do Estado do Piauí”.
A assessoria jurídica do candidato Wilson Martins ainda alegou que nessa mesma data foi reproduzida a vinheta com o nome “Sílvio” e o áudio “Sílvio! Quarenta e cinco!”, por seis vezes, durante 12 segundos, no horário gratuito reservado aos proporcionais, ocorrendo um desvirtuamento da propaganda dos candidatos às eleições proporcionais, com a mesma finalidade de beneficiar o candidato ao cargo de governador, Sílvio Mendes. A coligação tucana já tinha sido condenada pelo mesmo motivo, por meio de uma decisão proferida também pelo juiz Acélio, no dia 24 de agosto.
A referida ilegalidade contraria o art. 43 da Resolução TSE nº 23.191/2009, que diz: “É vedado aos partidos políticos e às coligações incluir no horário destinado aos candidatos às eleições proporcionais propaganda das candidaturas e eleições majoritárias, ou vice-versa, ressalvada a utilização, durante a exibição do programa, de legendas com referência aos candidatos majoritários, ou, ao fundo, de cartazes ou fotografias desses candidatos”.
Segundo o juiz Acélio Correia, tanto no trecho acima citado por Firmino, como na vinheta “Sílvio! Quarenta e cinco!” ocorreu “o desvirtuamento da propaganda dos candidatos às eleições proporcionais, com a finalidade de beneficiar o candidato ao cargo de governador, Sílvio Mendes, em fragrante violação ao estabelecido pelo art. 43 da resolução do TSE. “Entendo de modo diverso equivale a permitir que o horário eleitoral gratuito destinado a candidatos ao pleito proporcional se transmude em grosseira e flagrante propaganda eleitoral em favor das candidaturas às eleições majoritárias. Tamanho desvirtuamento geraria, pois, condenável quebra de isonomia, comprometendo, assim, a normalidade e a legitimidade do processo eleitoral”, ressalta o juiz.
Além de condenar o candidato tucano à perda do tempo na propaganda eleitoral equivalente à quantidade resultante da soma das irregularidades, o juiz auxiliar também mandou notificar a emissora de televisão geradora do programa eleitoral gratuito, para que a decisão seja cumprida nos moldes da legislação eleitoral.
Uma nova pesquisa aponta o que as demais já vinham mostrando: o governador Wilson Martins (PSB), candidato à reeleição, cresce sempre, enquanto os demais caem. A pesquisa Amostragem, divulgada pelo Diário do Povo, revela que Wilson tem mais de 30% de intenção de voto – também confirmando o que já havia indicado a pesquisa DataCerto, divulgada na semana passada pelo jornal O Dia.
Pelo Amostragem, o tucano Sílvio Mendes – que contratou a pesquisa – registrou uma nova queda, comparando-se com os dados do próprio instituto. Ele tem agora 34,4%, uma boa queda em relação a pesquisas anteriores do Amostragem e outros institutos, quando já esteve acima dos 38 pontos. João Vicente cai mais ainda, agora ficando abaixo dos 20 pontos – tem exatos 18,56%.
Quem pode comemorar mesmo é Wilson, que torna a crescer e confirma um desempenho constante rumo à vitória. Na pesquisa encomendada pelos tucanos, Wilson tem 30,08% das intenções de voto. Vale notar, a pesquisa foi realizada em apenas 42 municípios, o que dá maior peso a cidades como Teresina, o que costuma beneficiar o tucano.
Outras pesquisas: Wilson é líder
O crescimento de Wilson não surpreende. Ele tem aumentado a intenção de voto de maneira sistemática, e já aparece na liderança em diversas pesquisas. No Ibope divulgado pela Rede Globo/TV Clube, Wilson lidera com dois pontos à frente do tucano. O DataCerto divulgado pelo jornal O Dia confirma essa vantagem, quando Wilson já está com 33% das intenções de voto.
“Estou confiante, porque sinto a receptividade popular. Temos conversado com a população mais que qualquer outro candidato, e isso faz a diferença”, diz Wilson. Ele também espera as primeiras pesquisas que vão repercutir o impacto da propaganda eleitoral no Rádio e TV.
Segundo os estudiosos, o impacto da propaganda eleitoral só é sentido depois de uma semana de veiculação – e até agora nenhuma pesquisa pôde medir esse impacto.
Depois do Ibope e do DataCerto, agora é o instituto DataAZ que confirma a liderança de Wilson Martins (PSB) na disputa pelo Governo do Estado. Segundo a pesquisa, publicada pelo Portal AZ e pelo jornal O Dia, Wilson tem 31,5% das intenções de voto estimuladas, contra 29,6% do tucano Sílvio Mendes e de 20,8% de João Vicente Claudino (PTB).
É a terceira pesquisa que coloca Wilson com índice de intenção de voto acima dos 30% – antes, foram os institutos Amostragem e DataCerto. Por outro lado, é a segunda que traz Sílvio Mendes abaixo dos 30 pontos – a outra foi a sondagem do Ibope.
Teresa Brito, do PV, somou 2,13% das intenções de voto, enquanto os eleitores indecisos somaram 14,82%. Nenhum dos outros candidatos somou mais que 1%.
Entre a primeira pesquisa realizada após as convenções partidárias pelo Instituto DataAZ e a amostragem atual, quem mais caiu foi Sílvio Mendes. Em julho, o tucano somava 38,18%. Perdeu 8,58% das intenções de voto. João Vicente recuou 2,4%. Já Wilson Martins foi quem mais cresceu. Em julho, tinha 25,68%. Somou 5,87% e já passa de 31 pontos percentuais.
A pesquisa do DataAZ foi realizada entre os dias 21 e 25 de agosto, com 1.306 entrevistas a pessoas maiores de 16 anos, em 62 municípios. A margem de erro é de 2,29%. A pesquisa foi registrada no TRE, Protocolo Nº 23.154/2010.
Durante a marcha no Renascença II, zona Sudeste de Teresina, onde realizou caminhada na manhã deste domingo (29), o governador Wilson Martins viu de perto a realidade de seus eleitores e assegurou melhorias estruturais para o local, como a reforma e ampliação do mercado que serve o bairro. A intenção é garantir mais conforto para os que ali trabalham e também para os consumidores. “Farei um governo de parceria com a população e também com os gestores municipais, como o prefeito de Teresina”, salientou, em conversas com os moradores.
Wilson contou que teve origem humilde e que lutou muito para vencer na vida, por isso conhece de perto a dificuldade de muitos que trabalham ali. “Nasci no sertão, sou filho de agricultor e tenho um passado de luta. Quero dar continuidade ao projeto de Wellington e me sinto confiante pelo aceno, pelo aperto de mão, pela garra e pelo carinho recebido pelo Piauí”, enfatizou.
O governador também garantiu que em seu governo a ação do Ronda Cidadão vai continuar assegurando a tranquilidade dos moradores daquela região. “Já sabemos que os índices de assaltos e violência reduziram em torno de 70%. Vamos trabalhar para que essa seja uma nova realidade em toda a Teresina e no Piauí. O programa já está aprovado pela população e mostra que estamos no caminho certo”, explicou.
A dona de casa, Diomar de Sousa, ficou feliz ao encontrar o candidato caminhando pelo bairro. Ela disse que a vida na região está mais tranquila, depois do Ronda Cidadão. “Sabemos que tem condição de melhorar ainda mais com a reeleição do governador Wilson Martins. Acreditamos na capacidade dele, porque é um homem trabalhador e tem apoio da próxima presidente do Brasil, Dilma Rousseff”, ressaltou.
Pesquisa – O governador também comentou a nova pesquisa Amostragem, encomendada pela coligação liderada pelo candidato Sílvio Mendes. Os números mostram que Wilson é o único que cresce na preferência popular. Na sondagem dos tucanos, Wilson aparece em segundo, com 30,08% das intenções de voto, e o candidato de Serra no Piauí tem 34,48%. “O ponto positivo dessa nova pesquisa é a confirmação de que só um candidato cresce na preferência popular”, acrescenta Wilson, em meio à militância no Bairro Renascença II, zona Sudeste de Teresina, onde realizou caminhada na manhã deste domingo.
O socialista está tranquilo e confiante porque todas as pesquisas divulgadas confirmam sua ascensão. “A linha de crescimento é que vale no resultado final. Estamos há 35 dias da eleição e a meta é vencer logo no primeiro turno”, reforça. Ele disse que o mais importante é sentir o carinho da população em todo o Estado e saber que o povo está confiando a ele a missão de dar continuidade ao trabalho de Wellington Dias. “Ao lado de Dilma, vamos trabalhar ainda mais pelo desenvolvimento de nossa terra. Este é o nosso compromisso”.
Wilson faz mega carreata na zona Sul de Teresina
Vila Irmã Dulce, residenciais Mário Covas, Dignidade e Teresa Cristina, Conjunto Santa Fé, Promorar, Parque Piauí, Lourival Parente e Morada Nova. Esse foi o trajeto percorrido por Wilson Martins e candidatos da Coligação “Para o Piauí Seguir Mudando”, em grande carreata na zona Sul de Teresina, nesse sábado (28).
A carreata, apelidada pela organização do evento de Onda 40, invadiu boa parte da zona Sul, que foi palco do percurso mais extenso realizado até aqui, com mais de 15 quilômetros percorridos.
Acompanhado do candidato a vice-governador, Zé Filho, Wilson recebeu carinho por onde passou e garantiu que muitas mudanças ainda estão por vir nesta terra onde Lula e Wellington fizeram história.
“Aqui na zona Sul, daremos acesso ao metrô aproveitando a instalação da Suzano, nas proximidades de Nazária, juntando a geração de emprego e renda com outras indústrias de pequeno e médio porte”, declara Wilson.
Mais oportunidades
Por onde passa, o governador tem defendido a execução de obras de infraestrutura para que Governo e iniciativa privada possam gerar mais oportunidades de emprego e renda. Este é um dos eixos do programa de governo de Wilson, que vê a implantação de novas linhas do metrô, como a da capital à Nazária, um incentivo à indústria. “O sentido disso tudo é agregar à esse polo uma estrutura necessária para suprir as demandas que a capital possui, trazendo emprego a essa região”, explica.
DA REDAÇÃO CENTRAL DO AI5PIAUI
O candidato ao governo do Piauí pelo Partido da Mobilização Nacional (PMN), pastor Francisco Macêdo, cujo solga de campanha é ‘Vamos Fortalecer a Economia Piauiense’, demonstra insatisfação por não ter sido convidado para participar do debate a ser promovido pela Associação dos Jovens Empresários do Estado do Piauí.
O organização do debate informou que convidará apenas os três principais candidatos ao governo.
O pastor Macedo disse que tem preocupação de discutir para encontrar uma forma que venha sensibilizar investidores que queiram ajudar no desenvolvimento do Piauí.
‘Esse assunto (desenvolvimento do Estado) é exatamente a minha preocupação e, inclusive o meu slogan. As vezes um pequeno candidato tem idéias revolucionárias e que deve ser aberto canal para se chegar até a opinião pública’, disse Macedo, na manhã deste domingo (29).
De passagem por Ribeirão Preto (a 313 km de SP) neste sábado (28), o candidato à Presidência da República pelo PSDB, José Serra, afirmou que os tucanos deixam a desejar quando se trata de divulgar as próprias ações.
Ao lado de Geraldo Alckmin (PSDB), candidato ao governo de São Paulo, Serra discursava na inauguração de um comitê eleitoral e fazia comparações entre PSDB e o PT quando afirmou: “O nosso partido faz, mas não é muito bom de marketing. Para o Covas eu dei nota 2,5 em marketing. O Geraldo Alckmin foi 4 e, no meu governo, 5.”
Em clara referência a Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e à candidata à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, o tucano disse que “presidente não governa terceirizando”.
“Imagine um técnico de futebol que vai bem em um time e depois resolve sair para o exterior, mas diz à torcida que vai orientar um substituto em todas as partidas. Não tem cabimento. Isso é o que está colocado no país.”
Serra voltou a falar da quebra do sigilo fiscal de quatro pessoas ligadas a ele e ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Embora o PT tenha acionado a Justiça para pedir indenização de R$ 100 mil por Serra ter responsabilizado o partido pela violação, o tucano voltou a dizer que o “crime contra a Constituição” ocorreu “em benefício da campanha “.
“O governo usa a máquina para invadir a vida íntima de qualquer brasileiro. Como disse a Marina Silva , se estão fazendo isso na campanha, imagine como será depois da eleição.”
Questionado a última pesquisa Ibope, que dá 24 pontos de vantagem para Dilma (51%), Serra, com 27% das intenções de voto, afirmou que não comenta o assunto.
Fonte: Folha.com
“Ninguém atira pedras em quem não está crescendo”. Essa declaração dada pelo candidato ao Senado, Antônio José Medeiros, rebate a onda de críticas pela qual tem passado a coligação Para o Piauí Seguir Mudando.
Liderada no Piauí, pelo socialista Wilson Martins (PSB), a coligação conhecida como o Time de Lula e Dilma dá voz a mais um integrante da chapa. “Wilson Martins está consolidando sua candidatura nas pesquisas e essa agressividade é por conta desse crescimento”, declara ainda Antônio José.
O futuro senador fez menção à recepção que Wilson Martins e ele têm recebido por onde passam. Segundo ele, o corpo-a-corpo e a conversa com o povo têm sido ponto forte das ações de campanha, mas não poupa críticas. “Tem liderança política se rebaixando pelo interior, virando cabo eleitoral. Liderança é aquela que orienta sua comunidade e não participando da vida pública por dinheiro recebido.”
A campanha de Wilson e seus candidatos a senadores apresenta uma campanha que mostra o que foi feito e Antônio José assegura que mais será feito pela educação. “Vamos nos preocupar com tudo, principalmente, com educação. Daremos ênfase na Escola de Tempo Integral, cada vez mais priorizada pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) e com a Educação Profissionalizante Estadual.”
Ainda segundo o candidato, o Piauí conta hoje com dez unidades do Instituto Federal de Educação (IFPI), antigo Cefet, e a meta é chegar aos 16 polos espalhados pelo interior. “As escolas profissionalizantes não chegavam à metade do que temos hoje, ao todo 35 unidades”, acrescenta Medeiros.
“Ontem, em Parnaíba, a receptividade foi ótima e esse é um governo presente na vida da população. Se o povo votar nesse time, terá um governador e três vices: Zé Filho, Wellington Dias e Antônio José Medeiros”, brinca.